quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Era uma vez um dia cheio de cores...



Luz e amor


Em meio a sorrisos, brincadeiras, olhares desconfiados e sonhos flutuantes
Descobri-me, agora sei quem eu sou, qual é a minha cor, eu sou a menina verde!
Sim, a menina verde!
Verde de esperança, almejando sempre um mundo melhor e fazendo de tudo que eu posso para tal.
Verde como a natureza, sendo parte dela, sentindo-a, abraçando uma árvore, pisando com os pés descalços na grama molhada, vendo a brisa balançar meus cabelos tal qual faz com as folhas.
Verde igual a uma fruta que por ainda não estar madura se prende aos galhos esperando aprender com o tempo todas as coisas que a vida tem para ensinar.
Eu sou verde, verde claro, escuro, musgo, água, fluorescente, verde vivo verde vida!
Através dos olhos de uma criança descobri que sou verde que todos os dias me pinto de cor da pele para que o mundo me ache normal...

(Escritos inspirados nas palavras da encantadora Laiza e do poeta e amigo Eduardo Trindade)